caracterização da escola

Em 1972, foi inaugurada a nova sede e a escola passou a ser chamada de Escola Municipal General Árgus Lima, uma forma de gratidão que os moradores demonstraram por um homem que ajudou no progresso do povoado, em 1976, o professor Zacarias Teixeira Lima foi designado para o cargo de professor responsável, ocupando assim função similar a de um diretor, já que nessa escola ainda não tinha diretor autorizado. A partir de 1988, houve a implantação do Ensino Fundamental II (5ª a 8ª série); que partir de 1989, amplia atendimento a alunos de outros povoados: Salgadinho, Açúde, Olhos D’Água de Souza, Nambebé, Campos Novos e Caiçara I. Apartir de então, foi designada a Sra. Dorotéa Braga de Morais para dirigir a escola com autorização e portaria. Nasceu então uma história de prestigio e respeito pela educação neste povoado.

Atuallmente a escola funciona com 346 alunos distribuídos nas seguintes modalidades: educação infantil, ensino fundamental e educação de jovens e adultos. Tem como INEP o número 29035490 cadastrado no MEC, o e-mail é escola.argus.lima@gmail.com e a classificação do IDEB 2009 foi nota 3,0. A escola foi teve autorização de funcionamento na Lei Municipal nº. 170/98 D.O. 09/10/1998.

Estrutura Organizacional

A escola tem como diretora Jocilene Gomes da Silva Lima, vice-diretores Lêda Maria Gomes da Silva Lima e Rogério Silva Balbino, a coordenação pedagogica trabalhada por Silvana da Cruz Lima, contamos ainda com a secretária Jandira de Araújo Gericó sendo auxiliada por Gilvanete Pereira Lima de Araujo e Maria Santos Xavier. O nosso corpo docente é composto pelos professores: Ana Lucia Freire de Souza, Clerivânia Vieira Xavier, Elisângela Alves da Silva Reis, Isabel de Araujo Lima, Janaina Lima Santos Souza, João Pereira, Madalena Santos Araujo Figueiredo, Maria do Carmo Joaquina da Silva, Maria José Bezerra Oliveira da Silva, Maria José Santos Gomes, Maria Nailde Araujo Santos Souza, Rogério Eudes de Souza Silva, Selma Nunes Pereira Gonçalves e Valdirene Santana Silva. Os Vigilantes são Elson Vicente Xavier e Josair de Souza, temos ainda como apoio as funcionárias: Edileuza Marina Souza Araujo, Gercina Maria da Silva, Gesita de Santana Lima, Joilda Maria Lima Xavier, Josefa de Jesus Santana, Maura Sinforosa dos Santos Lima e Roberta Lima.

Pérfil dos nossos alunos

Nosso corpo discente é composto por alunos oriundos de famílias humildes de classe média baixa; em sua grande maioria parentes e amigos. Por morarem em área rural, não têm acesso direto com muitos recursos tecnologicos modernos, como por exemplo, a internet. Em relação a dificuldades de aprendizagem e a alunos com necessidades especiais, são pouco os casos apresentados, porém, por trabalharmos com a prática da inclusão, esses alunos frequentam nossas salas de aula e também contam com apoio especializado em escolas especiais localizadas no centro do município.

Perfil da Comunidade de entorno

Todas as comunidades que constituem o complexo General Árgus Lima, - apresentam características típicas de pessoas simples e batalhadoras; em sua grande maioria agricultores e verdureiros que conseguem agilizar suas atividades econômicas através do comércio na feira livre da cidade de Paulo Afonso e circunvizinhas. Em relação ao grau de escolaridade ainda temos muitos analfabetos, mas esses índices vêm melhorando gradativamente graças a classes de educação de jovens e adultos ofertada pela nossa escola. Trabalhamos numa comunidade que possui um rico acervo cultural, pois as famílias da região foram formadas por influência de povos europeus, negros e índios; sem contar com o grande impacto sofrido pelos moradores na época do cangaço, onde, em sua formação, vários moradores participaram de forma direta daquele grupo. Apesar de toda essa riqueza étno-cultural, nossos jovens e pais de família são obrigados a procurar as grandes capitais a fim de conseguir melhores condições de vida. Como o trabalho voltado para a convivência com o semi-árido, já notamos que, principalmente no povoado Juá, já existe uma circulação econômica forte com a agricultura, agropecuária, irrigação e comércio, mas é necessário um investimento maior por parte dos órgãos públicos.



segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Projeto Água na Comunidade

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